O Príncipe
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Descrição do Produto:
Características do Produto
| Marca ( Editora ) | Penguin-Companhia |
|---|---|
| ISBN | 9788563560032 |
| Autor | Nicolau Maquiavel |
| Gênero | Ciências Humanas e Sociais |
| Seção | Política |
| Acabamento | Brochura |
| Idioma | Português |
| Nº de Páginas | 176 |
Sinopse
| Sinopse | O clássico que há 500 anos é o livro de cabeceira dos grandes líderes. Nova tradução do italiano por Maurício Santana Dias. Prefácio do ex-presidente da República e sociólogo Fernando Henrique Cardoso. Apresentação de Anthony Grafton, da Universidade de Princeton. Notas dos tradutores George Bull (que traduziu a edição da Penguin para o inglês) e de Maurício Santana Dias.Cronologia com os principais fatos da vida de Maquiavel e de sua época. Àqueles que chegam desavisados ao texto límpido e elegante de Nicolau Maquiavel pode parecer que o autor escreveu, na Florença do século xvi, um manual abstrato para a conduta de um mandatário. Entretanto, esta obra clássica da filosofia moderna, fundadora da ciência política, é fruto da época em que foi concebida. Em 1513, depois da dissolução do governo republicano de Florença e do retorno da família Médici ao poder, Maquiavel é preso, acusado de conspiração. Perdoado pelo papa Leão x, ele se exila e passa a escrever suas grandes obras. O príncipe, publicado postumamente, em 1532, é uma esplêndida meditação sobre a conduta do governante e sobre o funcionamento do Estado, produzida num momento da história ocidental em que o direito ao poder já não depende apenas da hereditariedade e dos laços de sangue. Mais que um tratado sobre as condições concretas do jogo político, O príncipe é um estudo sobre as oportunidades oferecidas pela fortuna, sobre as virtudes e os vícios intrínsecos ao comportamento dos governantes, com sugestões sobre moralidade, ética e organização urbana que, apesar da inspiração histórica, permanecem espantosamente atuais. “Portanto alguém que se torne príncipe pelo favor do povo deve preservar sua amizade — o que será fácil, bastando para isso não o oprimir. Mas aquele que, com o apoio dos poderosos, se torne príncipe contra o povo deve antes de tudo tentar obter a simpatia popular — o que será fácil, bastando para isso protegê-lo.E, assim como os homens que recebem o bem de quem esperavam o mal se tornam ainda mais agradecidos a seu benfeitor, também o povo logo se torna mais agradecido a tal príncipe do que se ele tivesse sido entronizado por seus favores. O príncipe pode obter a simpatia do povo por vários meios; no entanto, como estes variam conforme as circunstâncias, não se pode indicar uma regra precisa, razão pela qual passaremos adiante. Apenas para concluir, direi que um príncipe precisa ter o povo a seu lado, do contrário não terá apoio nas adversidades. Nábis, príncipe dos espartanos, resistiu ao assédio de toda a Grécia e de um exército romano cheio de vitórias, defendendo contra todos a sua pátria e o seu trono; quando sobreveio o perigo, bastou-lhe o apoio de poucos — mas, se seu povo lhe fosse hostil, isso não teria bastado.” |
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